Gigante chinesa de tecnologia e criptomoedas aposta em cannabusiness

Nesta semana, o investidor blockchain listado em Hong Kong Grandshores Technology revelou planos para entrar no mercado de cannabis industrial e medicinal em uma tentativa de conter o impactos adversos do inverno cripto.

Em entrevista, o co-presidente da empresa afirmou que “tanto o blockchain quanto a cannabis industrial são o futuro, e ambos são adotados pela geração mais jovem”.

A empreiteira que se tornou investidora blockchain, Grandshores Technology, que é apoiada pelo governo municipal de Hangzhou, e planeja entrar no mercado de cannabis medicinal e industrial em uma tentativa de combater o impacto negativo do inverno de criptomoedas. O assunto foi revelado em uma reportagem do jornal local em língua inglesa South China Morning Post.

O copresidente da empresa, Yao Yongjie, afirmou que o cultivo industrial de cannabis se tornará o foco de negócios da empresa, usando os recursos anteriormente reservados para o investimento global em blockchain.

Yao – um dos sócios fundadores do Hangzhou Grandshores Fund – conversou com o SCMP logo após uma declaração na Bolsa de Valores de Hong Kong indicou que a unidade de Hangzhou da Grandshores Technology havia assinado um acordo de cooperação com um instituto de pesquisa em cânhamo na província de Heilongjiang.

O acordo de cooperação determina que as partes desenvolverão em conjunto um mínimo de cinco variedades de germoplasma de cânhamo – pelo menos duas delas serão desenvolvidas como produtos medicinais de cannabis. O SCMP cita Yao dizendo que:

Tanto a blockchain como a cannabis industrial são o futuro e ambas são abraçadas pela geração mais jovem […] estamos sempre em busca de novas oportunidades de crescimento de negócios.

O acordo de cooperação surge mesmo quando a Grandshores Technology ainda está em fase de finalização do seu investimento de 40% na referida unidade de Hangzhou – a Hangzhou Yupu Trading, que detém o direito de utilizar 1.600 kg de sementes de cannabis cultivadas no instituto de pesquisa de cânhamo de Heilongjiang.

Fontes: South China Morning Post e CoinTelegraph

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