Documentário “Ilegal” completa 4 anos. E a batalha pela vida continua!

Se você ainda não viu este documentário, sugerimos que assista. De 2014 para cá, muita movimentação social para garantir o direito à vida, saúde e bem-estar para quem sofre com doenças que só podem ser ‘amenizadas’ com o uso de canabinóides CBD e THC.

Presentes na erva Cannabis Sativa, as substâncias são ilegais no Brasil, e aguardam impacientemente decisão da ANVISA. Por aqui, a ignorância é o maior problema, aliado a falta de regulação e ao lobby da indústria farmacêutica.

Sobre o Doc – O filme dirigido pelos jornalistas Raphael Erichsen e Tarso Araujo, autores da primeira reportagem na revista SUPER Interessante sobre Katiele Fischer e Anny, acende a discussão em torno do uso medicinal da maconha e aborda as dificuldades burocráticas e jurídicas pelas quais passam alguns pacientes que só encontraram na Cannabis a solução para seus problemas de saúde.

Uma das bandeiras que o filme levanta é contra o preconceito e a desinformação, que normalmente atrasam o debate por aqui. Como se quem precisa da maconha medicinal já não enfrentasse obstáculos suficientes.

Em teoria, no Brasil, para importar o CBD legalmente, seria preciso fazer uma solicitação à Anvisa, incluindo um laudo e parecer médico. Mas muitos médicos desconhecem ou temem prescrever maconha no tratamento de um paciente. Em 2014, na época do documentário “Ilegal – A vida não espera”, os profissionais poderiam até ter seus registros profissionais cassados pelo Conselho Federal de Medicina. Hoje, mais de 10 especialidades médicas têm prescrito o CBD a pacientes sem alternativas de medicamentos.

Dá para imaginar a dificuldade que é encontrar uma brecha no sistema só para poder conseguir pedir a autorização. O processo é caro e, no final, a solicitação pode ser rejeitada.

Fonte: Green Science Times, Super Interessante e Original THC

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